Conta-se que dois meninos patinavam num lago congelado.
Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo se quebrou e um dos meninos caiu, ficando preso na fenda que se formou. O outro, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças conseguindo por fim, quebrá-lo e libertar o amigo.
Alguém que estava distante do local e impossibilitado de ajudar, viu o ocorrido e chamou os bombeiros. Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, admirados perguntaram ao menino: "Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis"!
Nesse instante, um ancião que passava pelo local, disse:
- Eu sei como ele conseguiu. Todos perguntaram: - Pode nos dizer como?
-Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz - disse o ancião.
(Autor Desconhecido)
Comentário: Em nossas vidas encontramos muitas pessoas
que nos desencorajam de sonhar. Pessoas ou situações que nós põe á pensar: sou pequeno e não consigo sozinho. Costumo pensar, que o ser que mais nós impossibilita de ousar somos nós mesmos. Nossa mente as vezes se bloqueia á acreditar que é possível, que podemos conseguir. Somos fisgados pelo mau do mundo. Somos engolidos pela vaidade e jogado para fora da realidade pelo orgulho. Mais quando nos voltamos para um novo caminho e nos abrimos a enxergar, não só aquilo que os nossos olhos vêem, mais aquilo que o infinito mostra e que os espirito sente, somos novas criaturas. Agora não estamos mais sós. Temos uma força sobrenatural e ao mesmo tempo tão real como se olhar no espelho. Está criança é como nós, pequena mais ao mesmo tempo tão grande. Ela poderia não ter acreditado, ela poderia ter se apavorado. Mais com tudo deu tudo aquilo que ela tinha. Ela deu amor, cultivou esperança, perseverou, enxergou vitória , enfrentou ao invés só de reclamar, se fez tão forte, como um grande lutador, foi sábia, usou á unica ferramenta que tinha. Nó mais, poderia agora te perguntar: Porque ainda estais á ouvir o que os outros dizem?







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